História de Acreúna

HISTÓRIA DE ACREÚNA

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Acreúna foi fundada em 1961 por Benedicto Arystogogo de Mello. Em 1963, fixaram-se no local os primeiros moradores, tornando-se um povoado do município de Paraúna. Em 1971, é elevada à categoria de distrito. E no dia 14 de maio de 1976 foi emancipada, obtendo enfim o status de cidade.

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Benedicto Arystogogo de Mello

(fundador de Acreúna)

A ideia da fundação de Acreúna surgiu no início da década de 60, quando Benedicto sobrevoando a região num voo Goiânia/Rio Verde, encantado com a paisagem, visualizou a construção de uma cidade às margens da rodovia Brasília-Acre, que estava em fase de construção.

Benedicto adquiriu 32 alqueires de terras na fazenda Veredão, procedendo-se ao loteamento e à elaboração da planta da futura sede Municipal, denominada Acreúna, combinação de ACRE, destino da rodovia Brasília-Acre, e UNA, homenagem a Paraúna.

Em 1961, o fundador Benedicto armou uma barraca na região e iniciou a demarcação da futura cidade, bem como a venda dos lotes a partir de 1962.

Com o término da construção da rodovia em 1963, fixaram-se no local os primeiros moradores: Carmo Gramulha, comerciante no ramo de armazém; José Pereira Nunes, com um posto de gasolina, Reginaldo Vasconcelos, Pelegrino e muitas outras famílias procedentes das regiões vizinhas.

Devido ao crescimento demográfico e à expansão econômica, o povoado elevou-se a categoria de distrito, em 1968.

Já no início da década de 70, com a expansão da lavoura mecanizada e o crescimento da produção das terras férteis da região, Acreúna apresentava panorama visual e econômico de cidade.

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Acreúna foi criada através da Lei Estadual nº 8.086 de 14 de maio de 1976 e posterior aprovação do presidente da República, adquirindo autonomia político-administrativa e tornando-se o 223º município goiano.

Aniversário: 14 de maio

Fundação: 14 de maio de 1976

Gentílico: acreunense

 

SÍMBOLOS

 

A bandeira e o brasão do município foram criados por Justino Jacinto de Souza e instituídos pela Lei nº13 de 06 de abril de 1977.

 

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Bandeira

Nas cores amarela, branca e verde, a bandeira tem na sua composição três faixas brancas e três faixas amarelas no sentido horizontal, encimando à esquerda, assentado em um círculo em branco sobre um quadro verde, o brasão do Município.

 

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Insígnia

Figuram uma taça, um ramo de arroz frutificado, um ramo de milho e um de algodão, também frutificados. Os pendões representando as principais produções agrícolas do Município.

Na base do brasão, um listel com o topônimo ACREÚNA ao centro, ladeado à esquerda pelo dia 14 e mês 05 e o ano 1976 pelo lado direito, conferindo com a data de emancipação política do Município.

Dentro do escudo inserem-se os seguintes símbolos:

Rodovia; Representando a BR-060, sua principal artéria e mesmo pela significativa importância histórica desta rodovia na gênese do Município;

Trator; Fazendo alusão à agricultura mecanizada

Pequeno Lago;

Pato; Representando a fauna

Símbolo da Pecuária; Principal fonte econômica do Município nos seus primeiros tempos.

Na parte superior do brasão, há estampada uma coroa mural sobrepondo-se ao escudo, sendo argente de três tores.

 

Hino de Acreúna

(Letra e Música de Délio de Vasconcelos)

 

Acreúna, Acreúna, ó Acreúna!

Menina moça, humilde e confiante,

Lindo semblante marca o seu perfil.

A sua glória será história no Brasil.

A sua glória será história no Brasil.

Acreúna, Acreúna, ó Acreúna!

Um povo ordeiro, sincero e hospitaleiro,

Forte e guerreiro, de qualidades mil.

Ó Acreúna, sua vitória é varonil,

A sua glória será história no Brasil.

Acreúna, Acreúna, ó Acreúna;

Ó Acreúna!

Nós vamos crescer: o arroz, o milho, a soja e o algodão.

Ó Acreúna!

Nós vamos crescer, em paz,

Seu filho, com o amor no coração,

Sempre cantando:

Acreúna, Acreúna, ó Acreúna!

Ó Acreúna!

 

(Dados retirados do livro “Acreúna – primeiros tempos 1964-1992” de Oscar Cunha Neto)